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	<title>Instituto São Fernando</title>
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		<title>Redescobrindo Vassouras: como o projeto Foco aproximou a comunidade de sua história</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 20:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[FoCo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas escolas de Vassouras, vários alunos do pré-escolar ao 5º ano começaram a (re)conhecer o município através do projeto “Redescobrindo Vassouras”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1245" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1245" title="Atividades do projeto FoCo 1" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2010/01/marcia1.jpg" alt="Atividades do projeto FoCo" width="320" height="242" /><p class="wp-caption-text">Atividades do projeto FoCo</p></div>
<p>Vários alunos do pré-escolar ao 5º ano da rede municipal começaram a conhecer o município de Vassouras através do projeto “Redescobrindo Vassouras”. Essas descobertas em sala de aula aconteceram em função do programa FOCO (Formação Continuada), promovido pelo Instituto São Fernando (ISF) em parceria com Prefeitura Municipal e o Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (CEDAC). O programa desenvolve a formação dos professores através da atualização de conteúdos relacionados à Língua Portuguesa. O conteúdo das séries iniciais (até o 2º ano) aborda a aquisição do sistema alfabético de escrita. O conteúdo direcionado aos docentes do 3º, 4º e 5º ano, enfoca o ensino da ortografia e o desenvolvimento de habilidades de leitura dos alunos. Assim os professores utilizam a leitura como ferramenta para desenvolver o aprendizado dos alunos.</p>
<div id="attachment_1246" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1246" title="Atividades do projeto FoCo 2" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2010/01/marcia3.jpg" alt="Atividades do projeto FoCo" width="320" height="242" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Com o projeto “Redescobrindo Vassouras”, as aulas foram mais ricas, pois trabalharam a cultura local, proporcionando a oportunidade de descobrir e redescobrir a cidade, despertando assim o interesse dos alunos. O resultado é constatado no aprendizado dos alunos, que demonstram melhora em suas habilidades de leitura e escrita. No período que antecedeu as férias escolares, os alunos participantes do projeto “Redescobrindo Vassouras”.  realizaram apresentações dos trabalhos que desenvolveram ao longo do semestre. Cada segmento desenvolveu um tipo de projeto que tinha como produtos finais: um livro, calendário e folder. Os projetos desenvolvidos foram:</p>
<ul>
<li>Educação infantil e 1º anos – Livros de lendas da cidade</li>
<li>2º ano: calendário 2010 com as festividades da cidade</li>
<li>3º ano: Folheto turístico visite nossa cidade</li>
<li>4º e 5º ano: livro das personalidades de Vassouras</li>
</ul>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1247" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1247" title="Atividades do projeto FoCo 3" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2010/01/marcia2.jpg" alt="Atividades do projeto FoCo" width="320" height="242" /><p class="wp-caption-text">Atividades do projeto FoCo</p></div>
<p>O resultado foi muito positivo, tendo satisfeito os alunos, pais, professores e diretores envolvidos. A professora Adriana Brum Pereira, da Escola Thiago Costa, relatou que as crianças aprenderam muito com pesquisa, leitura, transcrição, e até mesmo com o passeio que fizeram para conhecer os pontos turísticos de Vassouras e assim comeram a produzir seus próprios textos.</p>
<p>“O projeto causou um impacto na comunidade, pois muitos conheciam Barra do Piraí mas desconheciam Vassouras. Até os pais dos alunos chegavam a escola e diziam: ─ Nossa. Vassouras é assim!”, comemora Tânia Marcia, Diretora da Escola Natalino de Melo.</p>
<p>Entre os dias 09 e 14 de dezembro as escolas reuniram seus alunos, pais e professores para apresentar as atividades feitas em sala de aula. De forma lúdica, ficou evidente que professores, alunos, pais e amigos estão aprendendo mais. O projeto Foco é uma das ações que o Instituto São Fernando apoia em Vassouras, e é apenas um dos seus exemplos de sucesso.</p>
<p><strong>Márcia Helena Resende dos Santos</strong><br />
Analista de Educação</p>
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		<title>Associação de Produtores Orgânicos do Vale participa do Evento Degusta Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 19:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânicos do Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[Ocorreu entre 12 a 15 de novembro a 5º edição do evento gastronômico Degusta Rio, realizada nos Armazéns 2 e 3 do Porto do Rio de Janeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ocorreu entre 12 a 15 de novembro a 5º edição do evento gastronômico Degusta Rio, realizada nos Armazéns 2 e 3 do Porto do Rio de Janeiro. A Associação de Produtores Orgânicos do Vale foi convidada pelo SEBRAE a participar como expositora do evento, proposta que os associados prontamente aceitaram pela importância de divulgar a marca, prospectar novos clientes e enriquecer o conhecimento do grupo.</p>
<div id="attachment_1240" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1240" title="Estande da Associação de Produtores Orgânicos do Vale no Degusta Rio 2009" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2010/01/degusta_rio.jpg" alt="Estande da Associação de Produtores Orgânicos do Vale no Degusta Rio 2009" width="320" height="242" /><p class="wp-caption-text">Estande da Associação de Produtores Orgânicos do Vale no Degusta Rio 2009</p></div>
<p>O Degusta Rio se destacou pela sua diversidade: diversão, boa comida, cursos, workshops, palestras e claro, degustações, fizeram parte da programação. Foram quatro dias de evento, com a presença de cerca de 80 bares e restaurantes mais interessantes e badalados da cidade do Rio de Janeiro, além dos novos que se revelaram recentemente. Havia também espaços voltados para sobremesa, cachaça, vinho e produtos gastronômicos.</p>
<p>Estiveram presentes no evento representantes da Associação Fazenda Galo Vermelho, Fazenda São Fernando, Fazenda Colina Maria do Socorro e Estação Quatro por Quatro, SEBRAE e a consultoria Agrosuisse. O estande da Associação foi montado pelo SEBRAE, que também disponibilizou o material para propaganda.</p>
<p>O interesse dos participantes foi bem grande, evidenciando a existência de um mercado bastante promissor. O público visitante também se mostrou muito atraído pelas cestas a domicílio. Como pode-se perceber, o evento foi proveitoso para o enriquecimento e fortalecimento da Associação, e servirá como modelo para os próximos eventos.</p>
<p><strong>Marcos Nogueira</strong><br />
Associação de Produtores Orgânicos do Vale</p>
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		<title>Time do ISF visita Município de Paraty para avaliação de possibilidade de projeto</title>
		<link>http://www.institutosaofernando.org.br/noticias/agroecologia/time-do-instituto-sao-fernando-visita-municipio-de-paraty-para-avaliacao-de-possibilidade-de-projeto/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Talents]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Marinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnicos do Instituto São Fernando (ISF) realizaram em agosto de 2009 uma visita ao município de Paraty, na costa verde do Estado do Rio de Janeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_833" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a href="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/10/4.jpg"><img class="size-full wp-image-833" title="Visita de técnicos de ISF ao município de Paraty" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/10/4.jpg" alt="Visita de técnicos de ISF ao município de Paraty" width="320" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Visita do time ISF a manguezais em Paraty</p></div>
<p>Técnicos do Instituto São Fernando (ISF) realizaram em agosto de 2009 uma visita ao município de Paraty, na costa verde do Estado do Rio de Janeiro. Representavam o ISF o seu Coordenador de Agroecologia, Sr. Idelberto Miranda, e dois participantes do projeto Talents 2009: Briana Swette e Calvin Johnson. O objetivo da visita foi prospectar dados para a avaliação da viabilidade de projeto em Paraty, apoiado pelo ISF. Deborah Levinson, Diretora Executiva do Instituto, relata que um dos aspectos fundamentais na seleção de um projeto para o portfólio do ISF é que ele esteja aderente à proposta administrativa do governo local beneficiado pelo projeto.</p>
<p>A visita contemplou uma reunião do time do ISF com o Sr. César Romero Stanisce Dutra, Secretario Adjunto de Pesca, vinculado à Secretaria de Pesca e Agricultura de Paraty. O objetivo da reunião foi conhecer os projetos atuais que visam à criação de frutos do mar e à proteção e recuperação dos manguezais. Também foram mapeados os diferentes tipos de pesca na região &#8211; da pesca artesanal à pesca comercial &#8211; e quais as atividades que estão sendo desenvolvidas para que seja respeitada a legislação vigente. A visita também proporcionou o encontro com uma liderança de pescadores local, o Sr. Almir Tã, o que possibilitou verificar como é a relação dos pescadores com o poder público local, e sua percepção sobre os projetos que estão sendo desenvolvidos, principalmente para a geração de renda e preservação do ambiente marinho e costeiro da região. Para Almir, o poder publico não estende o planejamento dos projetos aos pescadores. &#8220;Geralmente os projetos já vêm prontos e não atendem às demandas  da comunidade&#8221;, afirma Almir. Um exemplo é o projeto Robalo, que inicialmente foi bem sucedido mas por ter contemplado poucos pescadores, fez com que outros começassem a sabotar o projeto em geral.</p>
<p>No caminho à Paraty o time do ISF também visitou o Manguezal do Ariró, às margens da Rodovia Rio-Santos, por uma trilha beirando o rio de mesmo nome. Foram observadas as atividades desenvolvidas pela Prefeitura de Paraty em relação à fiscalização dos manguezais, impedindo a coleta de caranguejos de forma desordenada. Também foram conhecidos os projetos de fiscalização da pesca na época de defeso e de coleta de óleo de cozinha, para que não seja jogado na baía de Paraty. Muitos projetos realizados na região referem-se à criação de frutos do mar &#8211; como ostras, mexilhões, mariscos &#8211; e à criação em cativeiro  de peixes de alto valor comercial. Foi percebida a expectativa dos pescadores e do governo em relação à criação da macroalga Kappaphicus alvarezzi, apontada como provável fonte de geração de renda para os pescadores e seus familiares.</p>
<p>Idelberto Miranda afirma que dentre as perspectivas advindas da visita existe a possibilidade de desenvolver uma relação de parceria com as instituições atuantes nos projetos desempenhados em Paraty, e que vão ao encontro do planejamento estratégico do ISF.</p>
<p>Para mais detalhes técnicos do projeto Vida Marinha, acesse o <a href="../../programas/agroecologia/vida-marinha">projeto</a>.</p>
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		<title>Equipe do Instituto São Fernando aprende nova prática em evento sobre Agroreflorestamento em Ubatuba</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração da Mata At]]></category>
		<category><![CDATA[Talents]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizado de 5 a 7 de setembro de 2009 um evento ligado a Agroreflorestamento com o consultor suíço Ernst Goetsch, especialista no tema. Briana Swete, uma das estudantes do projeto Talents 2009, representou o Instituto neste evento, com o intuito de conhecer práticas de benchmarking em um projeto bem sucedido. Briana teve a oportunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizado de 5 a 7 de setembro de 2009 um evento ligado a Agroreflorestamento com o consultor suíço Ernst Goetsch, especialista no tema. Briana Swete, uma das estudantes do projeto Talents 2009, representou o Instituto neste evento, com o intuito de conhecer práticas de benchmarking em um projeto bem sucedido. Briana teve a oportunidade de aprender a metodologia do agroreflorestamento do especialista na mata de Ubatuba, em um curso do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (IPEMA).</p>
<p>Ernst Goetsch é um pesquisador pioneiro no campo da agrofloresta. Começou a implementar Sistemas Agroflorestais (SAF) há 25 anos em sua fazenda em Piraí do Norte, no sul da Bahia. Ali, ele foi capaz de recuperar a floresta nativa e criar um sistema de alimentos com alta produtividade. Os seus métodos demonstram o potencial da agrofloresta para promover uma vida rural sustentável.</p>
<p>Em aulas teóricas e práticas foram transmitidos os princípios naturais básicos para a agrofloresta, e também como usar esses princípios para criar um SAF saudável. Depois de um dia de palestras e uma demonstração de como aplicar o conhecimento ganho, os participantes e Ernst implementaram uma SAF na terra da IPEMA. Como o SAF exige conhecimento-intensivo, a experiência em campo ajudou a solidificar os detalhes, além de assegurar o aprendizado.</p>
<p>Entre os participantes do curso havia estudantes, professores, pesquisadores, agricultores e famílias que têm interesse na agroecologia ou querem implementar SAF em suas próprias terras. Os participantes locais compartilharam o aprendizado de que é sempre importante ter conhecimento local para implementar um sistema assim. Como a experiência de Ernst é no sul do Bahia, ele contou com pessoas locais para saber quais espécies são bem sucedidas na região. Essa dinâmica mostrou ainda como adaptar as técnicas de Ernst para uma região diferente, o que é muito importante para o Instituto São Fernando, que trabalha no Vale do Café.</p>
<p>O Instituto tem muito interesse em incluir sistemas agroflorestais no projeto de <a href="../../programas/agroecologia/restauracao-mata-atlantica">Restauração da Mata Atlântica</a> que está sendo desenvolvido atualmente. O ISF reconhece que Sistemas Agroflorestais podem ser uma outra atividade que gerem sinergias com a produção orgânica da Associação Orgânicos do Vale com os esforços para reflorestar áreas degradadas do Vale do Café, mediante apoio aos agricultores para incluírem agrofloresta em seus sistemas. A participação do ISF neste evento é um exemplo da importância da prática de benchmarking para o desenvolvimento dos projetos.</p>
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		<title>Instituto São Fernando estimula a alfabetização e formação da família leitora em Vassouras doando livros para creches do município</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 21:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade de Leitores]]></category>
		<category><![CDATA[FoCo]]></category>

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		<description><![CDATA[A atividade de leitura é fundamental para as atividades de alfabetização das crianças e ensino em geral e constitui, na vida adulta, um instrumento de trabalho essencial em muitas áreas profissionais. Além disso, é uma necessidade fundamental para as pessoas que vivem na sociedade contemporânea.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_829" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/09/8.jpg"><img class="size-full wp-image-829" title="Doação de livros em creches de Vassouras, 2009_1" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/09/8.jpg" alt="Doação de livros em creches de Vassouras, 2009" width="320" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">A coordenadora do ISF Deborah Levinson com crianças da creche Mariana Crioula</p></div>
<p>A atividade de leitura é fundamental para as atividades de alfabetização das crianças e ensino em geral e constitui, na vida adulta, um instrumento de trabalho essencial em muitas áreas profissionais. Além disso, é uma necessidade fundamental para as pessoas que vivem na sociedade contemporânea.</p>
<p>O ato de ler deve ser visto como uma forma de prazer cultivado na própria família, percorrendo a formação do leitor desde a infância até a sua formação universitária. Por serem modelos de leitores e orientadores, os professores têm um papel muito importante no desenvolvimento do aluno como leitor. A formação do hábito de leitura começa na primeira infância, quando os pais lêem para seus filhos, se desenvolve no ensino fundamental, já no início da alfabetização, e prossegue no ensino secundário, sendo que o ambiente universitário deve consolidar este aspecto do comportamento do estudante.</p>
<p>Para estimular uma comunidade leitora na cidade de Vassouras, formada tanto pelas famílias quanto pelos professores dos alunos, o Instituto São Fernando doou no mês de setembro 50 títulos para as bibliotecas de cinco creches do município de Vassouras. Durante a visita de doação, a Diretora do ISF Deborah Levinson conversou com as diretoras a respeito do Projeto Comunidade de Leitores. Cada gestora relatou as ações que a instituição vem realizando a esse respeito.Deborah relatou a emoção das crianças ao encontrarem no meio do pátio uma caixa bem embrulhada: “Eles saíam todos afoitos para abrir o pacote e ficavam maravilhados ao descobrirem os livros. Logo folheavam, os mais pequenininhos até mordiam as folhas de tecido, foi encantador”, constata Deborah.</p>
<div id="attachment_830" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/09/9.jpg"><img class="size-full wp-image-830" title="Doação de livros em creches de Vassouras, 2009_2" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/09/9.jpg" alt="Doação de livros em creches de Vassouras, 2009" width="320" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças da creche Mariana Crioula</p></div>
<p>A professora Luciana Alves Pereira , diretora da Creche Municipal São Vicente de Paula, relata que as professoras realizam leitura para os alunos três vezes na semana, ora dentro de sala ora no pátio com todas as turmas e com auxílio de fantoches e ou fantasias. Na última quinta-feira de cada mês, uma mãe é selecionada para contar histórias na creche para todos os alunos. E toda sexta-feira é enviada para casa uma sacola com livro para leitura. Nesta sacola também vai um caderno de registros para que os alunos e familiares possam anotar como aconteceu essa leitura e tudo o que esse momento proporcionou. Outro evento promovido é a leitura por um familiar, em que um membro de uma família é convidado para ir até a instituição para fazer uma leitura previamente escolhida e preparada para as crianças. Algumas creches já conseguiram estabelecer uma sala de leitura, e outras possuem os &#8220;cantinhos de leitura&#8221;.</p>
<p>Rita Brum, Coordenadora Pedagógica das creches municipais de Vassouras, relatou extrema satisfação com o trabalho que vem sendo realizado nas instituições, apesar de todas as limitações pedagógicas, logísticas e culturais ainda existentes. Deborah Levinson também mostrou satisfação e alegria em estar junto das crianças neste momento tão importante, e agradeceu o apoio dado dizendo que tudo foi muito bem organizado e que a recepção pelos profissionais e crianças muito cuidadosa. &#8220;É um alimento para a alma a felicidade com que todos (profissionais e crianças) receberam os livros. Obrigada pelo carinho”, agradeceu Deborah.</p>
<p>Vale lembrar que o processo de leitura é complexo e ativo, logo para a formação do leitor pleno há um longo percurso e requer o apoio constante dos pais e professores aos alunos, introduzindo os livros no cotidiano familiar e escolar destas crianças.</p>
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		<title>Turmas de Apoio: um novo conceito para a política educacional do município de Vassouras</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 17:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Correção de Fluxo]]></category>
		<category><![CDATA[Turmas de Apoio]]></category>

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		<description><![CDATA[Teve início em setembro o projeto Turmas de Apoio, que conta com o suporte do Instituto São Fernando e do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (CEDAC).
Milou Sequerra, Coordenadora Regional de Língua Portuguesa do CEDAC, explica que os grupos de apoio são espaços de aprendizagem voltados para os alunos que ainda não se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Teve início em setembro o projeto Turmas de Apoio, que conta com o suporte do Instituto São Fernando e do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (CEDAC).</p>
<p>Milou Sequerra, Coordenadora Regional de Língua Portuguesa do CEDAC, explica que os grupos de apoio são espaços de aprendizagem voltados para os alunos que ainda não se alfabetizaram, apesar de já estarem em séries mais adiantadas do Ensino Fundamental (a partir do segundo ano). O projeto ocorre paralelamente ao trabalho da classe regular. Além das aulas tradicionais que frequenta em sua classe, o aluno desses grupos tem aulas específicas, fora do horário de aula (em alguns casos), no qual se trabalha sua dificuldade específica. “A inovação do projeto reside no fato de o mesmo ser uma ação constante no município, enquanto o projeto Correção de Fluxo é uma iniciativa temporária, enquanto houver grandes distorções idade-série”, ressalta Deborah Levinson, Diretora Executiva do Instituto São Fernando. O seu objetivo é estancar a quantidade de alunos repetentes que depois precisam ser readequados no projeto Correção de Fluxo.</p>
<p>Participam deste projeto alunos do primeiro segmento do ensino fundamental das redes municipal e estadual. Esses alunos estão nas séries em que já se pressupõe maior autonomia para ler e escrever (a partir do segundo ano) e que ainda não conseguem fazê-lo, por não dominarem o princípio alfabético. As aulas ocorrem duas vezes por semana, têm a duração de duas horas e são ministradas por uma professora especialmente designada para essa função. As professoras dos grupos de apoio contam com espaço de formação específico para instrumentalizá-las para esse trabalho.</p>
<p>Denise Calixto Mandaro, Gerente de Ensino da Coordenadoria Centro Sul II, argumenta que, mesmo sabendo que de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases esta responsabilidade seria da rede municipal, quando se é educador tudo o que se quer, é que os alunos tanto no âmbito municipal quanto estadual possam ter as mesmas chances de aprendizagem. “Se temos condições de fazermos parcerias, devemos fazê-las sem demora”, defende Denise. A professora Rute Pereira de Oliveira destaca o caráter humanista do projeto: “É muito bom ver os alunos caminharem, atuar no processo antes de esperar o mau resultado. Antes os professores só reclamavam, agora têm uma ação que atua na causa do problema, intervindo antes de chegar ao fim do ano para reprovar o aluno.”</p>
<p>Segundo Denise Brandão da Silva, Coordenadora da Secretaria de Educação do município de Vassouras, os alunos estão gostando das Turmas de Apoio; há inclusive alunos não contemplados que também querem ir para o Grupo de Apoio, pois ali vislumbram possibilidade de progresso, diferente da sala de aula tradicional. “Havia alunos de 5.º ano (antiga 4.ª série) que não sabiam ler. Viravam ótimos copistas. Há o caso de um aluno que agora está se destacando no Grupo de Apoio, e por isso não quer mais sair do grupo, é um momento onde ele tem sucesso”, relata Denise. Jussara Pereira da Costa, Diretora da Escola Municipal Prefeito Pedro Ivo da Costa, exemplifica o sucesso do projeto com o caso de um aluno que foi indicado para uma Turma de Apoio, por não saber ler na sala de aula tradicional. Entretanto, o aluno já sabia ler, só não conseguia ler no ambiente tradicional. Devido a uma nova forma de conduzir o processo, e por estar em um grupo menor, ele conseguiu superar sua dificuldade.</p>
<p>Dentre os resultados que advirão do projeto, espera-se que os alunos tenham condições de superar suas dificuldades, que possam dominar as etapas necessárias para que se tornem capazes de reconhecer as palavras até o final do ano letivo, através da leitura e da escrita. Já aqueles que estão em distorção idade-série, poderão continuar, no próximo ano, no projeto <a href="../../programas/educacao/correcao-de-fluxo/">Correção de Fluxo</a>. Mais que isso, Denise Calixto  defende que esses alunos sairão do marasmo escolar, da falta de perspectiva, e descobrirão como é gostoso aprender, como é interessante ler o mundo também usando as palavras escritas, colocando letras nos seus pensamentos. “Pois, como disse Paulo Freire, começamos a ler o mundo antes de lermos as palavras; no entanto, quando conhecemos e dominamos a palavra escrita, quanto mais conhecimentos passamos a adquirir”, cita Denise.</p>
<p>Para o futuro, a proposta é que o projeto seja incorporado em caráter permanente em todas as escolas, e que ao mesmo tempo sejam criadas novas formas de educar, para que se possa obter o sucesso garantido dos alunos no decorrer do tempo. Milou Sequerra afirma que, em 2010, além dos grupos de apoio de alfabetização, também está planejada a implantação de Correção de Fluxo, para responder ao grande número de alunos da rede que se encontram defasados por terem idade superior à faixa etária da série que cursam.</p>
<p>Segundo a Secretária Municipal de Educação Vania Cristina Baptista, o projeto é muito auspicioso, porém existe ainda um grande gargalo, que é a falta de professores para compor mais grupos, o que pode comprometer a sua eficácia. “Já estamos em andamento, o prefeito já está analisando o impacto das contratações junto às Secretarias de Administração e Fazenda”, adianta Vania.</p>
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		<title>Talents 2009: um Programa de Intercâmbio Social inovador</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 17:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Talents]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_827" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/09/1.jpg"><img class="size-full wp-image-827" title="Talents 2009" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/09/1.jpg" alt="Talents 2009" width="320" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Johnson, André Zollinger, Briana Swette, Guilherme Cezar Coelho, André Dametto, Max Branzburg</p></div>
<p>De junho a setembro de 2009 o Instituto São Fernando contou com o apoio de sete estudantes de universidades americanas, os Talents 2009. O objetivo do programa foi desenvolver técnica e gerencialmente os projetos do Instituto, através de práticas de benchmarking e planejamento. Cinco dos estudantes eram da Universidade de Stanford (Califórnia, EUA), um de Berkeley (Califórnia, EUA) e um de Princeton (Filadélfia, EUA).</p>
<p>Dentre os principais resultados gerados nos projetos, destacam-se: o planejamento detalhado do Centro de Políticas Públicas, um dos projetos mais promissores do Instituto; a estruturação dos projetos de Vida Marinha, Reflorestamento e Agricultura Orgânica, que se referem ao Programa Agroecologia; e a análise quantitativa de dados dos alunos da rede municipal de Vassouras desde 2004. Para gerar estes resultados foi necessário o envolvimento direto dos Talents com as comunidades impactadas. Calvin Johnson, estudante de Berkeley, relata que precisou aprender o que estava acontecendo no projeto de Orgânicos e na indústria de agricultura na região de Vassouras. &#8220;Eu fui à cidade, falei com o gerente da associação, com associados, produtores convencionais, empresários da industria de agricultura convencional e com políticos&#8221;, afirma Calvin.</p>
<p>O projeto Talents 2009 foi marcado por seu caráter inovador, uma vez que o Instituto atuou na seleção de estudantes em instituições de primeira linha, na alocação dos mesmos nos projetos do portfólio de acordo com suas competências e interesses, no monitoramento dos resultados gerados e na avaliação final do projeto. Cada Talent teve a oportunidade de planejar e apresentar seus produtos em reuniões de acompanhamento. &#8220;Escrevi um relatório com informação específica e detalhada sobre as minhas idéias para o projeto, e com algumas sugestões estratégicas. Este relatório vai servir para informar os coordenadores do projeto dentro do ISF e os stakeholders fora do ISF também.&#8221;, explica Calvin.</p>
<p>Para proporcionar uma estada agradável aos participantes, o Instituto disponibilizou hospedagem em um agradável apartamento no bairro do Leblon, Rio de Janeiro, além de ajuda de custo para gastos diários dos estudantes. Dentre as maiores surpresas apontadas pelos estudantes, destaca-se a grande estrutura de projetos que o Instituto gerencia, apesar de sua estrutura enxuta. Também apontam o idealismo da proposta do Instituto como um grande diferencial na atração de estudantes talentosos. Max Branzburg, estudante de Princeton, apontou que seu intercâmbio no ISF foi espetacular, principalmente em razão da visão ambiciosa dos líderes do ISF, os contatos que foram desenvolvidos e as metas que os projetos começaram a alcançar. Para mais detalhes técnicos do projeto, acesse o <a href="../../programas/institucional/talents">Projeto Talents</a>.</p>
<p>O objetivo do Instituto São Fernando é sustentar os ganhos trazidos pelo Talents 2009, além de aumentar a diversidade dos estudantes envolvidos. Sendo assim, o projeto Talents 2010 mesclará estudantes de instituições brasileiras e estrangeiras. O processo seletivo para a segunda turma já está aberto. Os interessados devem encaminhar para o Instituto o currículo profissional e uma redação em língua portuguesa com o seguinte título: “Como eu posso apoiar o Instituto São Fernando a alcançar resultados cada vez melhores em seus projetos”. O e-mail de contato é: contato@institutosaofernando.org.br. Divulgue esta causa de talento.</p>
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		<title>Visita a produtores de tomate no Vale do Café evidencia oportunidades de atuação</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 17:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânicos do Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[A fim de promover a agricultura ecológica e atrair produtores de tomate nos municípios de Vassouras e Paty do Alferes, o Instituto São Fernando (ISF) encaminhou técnicos para conhecer os produtores tradicionais e entender sua forma de produção. Desta forma, foi identificada a visão destes produtores e seu grau de interesse de migrar para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_825" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/08/3.jpg"><img class="size-full wp-image-825" title="Visita a produtores de tomate no Vale do Café" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/08/3.jpg" alt="Visita a produtores de tomate no Vale do Café" width="320" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Produtor de tomate</p></div>
<p>A fim de promover a agricultura ecológica e atrair produtores de tomate nos municípios de Vassouras e Paty do Alferes, o Instituto São Fernando (ISF) encaminhou técnicos para conhecer os produtores tradicionais e entender sua forma de produção. Desta forma, foi identificada a visão destes produtores e seu grau de interesse de migrar para a produção orgânica.</p>
<p>A primeira visita, em 09.07 foi realizada ao Mercado Estadual de Paty do Alferes, na qual participaram o coordenador de Agroecologia do ISF, Idelberto Miranda, o Gerente da Fazenda São Fernando, Marcos Nogueira, e os estagiários Max e Calvin, participantes do projeto Talents 2009. O objetivo da visita foi conhecer como funciona a comercialização da produção de tomates na região, verificando desde a chegada das mercadorias até a forma como eram comercializadas. Tiveram também a oportunidade de conhecer a relação dos produtores com um fornecedor de insumos e as lavouras da região de Vassouras, de pequenos a grandes produtores, para que tivessem uma noção das relações entre a produção e a comercialização.</p>
<p>A segunda visita, em 18.08, buscou investigar a possibilidade de substituir as práticas convencionais nos diversos elos da cadeia de produção do tomate, migrando para a agricultura orgânica. Os técnicos do Instituto puderam ouvir dos produtores as causas do não abandono do cultivo tradicional, e o grau de interesse de participarem de uma fazenda incubadora, onde pudessem aprender as técnicas agroecológicas. A visita mostrou que para ser feita alguma ação junto aos produtores será necessária a mobilização dos produtores em seus distritos, para que haja maior envolvimento e participação da comunidade.</p>
<p>Nas duas visitas a campo quem acompanhou o grupo foi o Sr. Jorge Barreto, vereador do município de Vassouras, produtor de tomate e liderança local. Segundo Jorge, todos os produtores visitados têm uma grande queixa: as dificuldades de mercado. “A dificuldade não é produzir, mas sim comercializar”, afirma Jorge. Outro ponto percebido é que, pelo fato de a região ter um plantio de tomate há muitos anos, o índice de pragas e doenças é elevado. Desta forma, o produtor não acredita que possa cultivar tomate orgânico sem agrotóxicos e fertilizantes químicos, o que dificulta a adesão do produtor tradicional à produção orgânica.</p>
<p>Dentre as perspectivas da visita para o futuro dos produtores de tomate, Jorge acredita que o futuro dos produtores está na produção orgânica, pois nas condições atuais não estão conseguindo ter um ganho justo. “Hoje as pessoas estão procurando oportunidades de emprego na cidade, buscando mais segurança. Para reter o homem do campo é necessário um empenho integrado de instâncias federal, estadual e municipal, de forma a manter o agricultor no campo, evitando custos posteriores na cidade”, argumenta Jorge.</p>
<p>Todas as visitas serviram de base para coleta de informações que direcionarão o trabalho de mobilização dos tomateiros pelo ISF, a ser elaborado em parceria com a consultoria Agrosuisse. O coordenador Idelberto Miranda relata que as visitas foram fundamentais para evidenciar a abertura por parte dos produtores para a produção orgânica, cabendo para tal uma proposta consistente de melhora na qualidade e rentabilidade da produção, comercialização e, consequentemente, da qualidade de vida dos impactados. Espera-se com isso manter o homem do campo em condições dignas, com a autoestima elevada e autonomia para desenvolver suas ações.</p>
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		<title>Correção de Fluxo: uma nova proposta de política educacional para o município de Vassouras</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 21:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Correção de Fluxo]]></category>
		<category><![CDATA[FoCo]]></category>
		<category><![CDATA[Turmas de Apoio]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi iniciado em fevereiro de 2009 o planejamento do projeto Correção de Fluxo, uma parceria da Secretaria Municipal de Educação do município de Vassouras, o Instituto São Fernando e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC). O objetivo do projeto é diminuir o alto índice de alunos em defasagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi iniciado em fevereiro de 2009 o planejamento do projeto Correção de Fluxo, uma parceria da Secretaria Municipal de Educação do município de Vassouras, o Instituto São Fernando e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC). O objetivo do projeto é diminuir o alto índice de alunos em defasagem idade-série, buscando diminuir os índices de repetência e evasão escolar.</p>
<p>Este projeto é um esforço importante e necessário para complementar a Política Educacional dos projetos de <a href="../../programas/educacao/foco">Formação Continuada</a> de educadores e <a href="../../programas/educacao/turmas-de-apoio">Turmas de Apoio</a>, uma vez que, tendo preparado os professores e corrigido as distorções emergenciais de alfabetização, é necessário restabelecer a série de acordo com as idades dos alunos. Com estes três projetos será possível estancar os maus índices de educação do município de Vassouras no longo prazo. Segundo a educadora Elaine Ana Ferreira, muitos conteúdos da escola formal precisam ser substituídos para que o projeto Correção de Fluxo se consolide, uma vez que receberá alunos com idade mais avançada.</p>
<p>Este debate vem sendo promovido desde o início do ano. Em 30 de março foi realizada a primeira visita do CENPEC ao município, a fim de discutir o projeto Correção de Fluxo com o Prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SME), a Câmara de Vereadores e Coordenadoria Estadual de Educação (CEE). O ISF teve papel fundamental na mobilização deste encontro. Em 24 de junho houve uma segunda visita com representantes da SME e CEE, a fim de discutir em detalhes a metodologia do trabalho. Finalmente, nos dias 10 e 11 de setembro, a professora Vanda Noventa, do CENPEC, realizou reunião com gestores do município e equipes pedagógicas envolvidas.</p>
<p>Acompanhe em nosso site a evolução do projeto <a href="../../programas/educacao/correcao-de-fluxo">Correção de Fluxo</a>.</p>
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		<title>Colônia de Feras, um conceito inovador e de sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 03:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Colônia de Feras]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizada entre 25 de julho a 30 de julho de 2009, em Sacra Família do Tinguá, no estado do Rio de Janeiro, a primeira versão da Colônia de Feras, uma colônia de férias inovadora, cujo principal objetivo foi criar uma nova forma de relação de jovens entre 14 a 17 anos com o saber. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_822" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/07/27.jpg"><img class="size-full wp-image-822" title="Colônia de Feras, julho 2009" src="http://www.institutosaofernando.org.br/adm/_img/2009/07/27.jpg" alt="Colônia de Feras, julho 2009" width="320" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes do Colônia de Feras 2009</p></div>
<p>Foi realizada entre 25 de julho a 30 de julho de 2009, em Sacra Família do Tinguá, no estado do Rio de Janeiro, a primeira versão da <a href="../../programas/educacao/colonia-de-feras">Colônia de Feras</a>, uma colônia de férias inovadora, cujo principal objetivo foi criar uma nova forma de relação de jovens entre 14 a 17 anos com o saber. Para tal, a Colônia buscou unir entretenimento à criação de conhecimento. Sendo a diversidade marca do evento, houve também integração social entre estudantes provenientes de escolas públicas e privadas, em localidades distintas, desde a cidade do Rio de Janeiro até pequenas cidades do Vale do Paraíba.</p>
<p>O projeto é uma parceria entre o ISF e a Colônia <a href="http://www.kinderland.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.kinderland.com.br?referer=');">Kinderland</a>. Participaram 40 jovens dos municípios do Rio de Janeiro, Mendes, Paracambi, Vassouras, Paulo de Frontin, Paty do Alferes, Miguel Pereira, Pinheiral e Cuiabá, selecionados por mérito. Os jovens do interior vieram através das coordenadorias das escolas, a partir de um trabalho que já vem sendo desenvolvido pelo ISF junto às Secretarias de Educação dos municípios. No município do Rio de Janeiro foi feito um trabalho de divulgação em escolas privadas e especializadas nas diversas áreas. O papel dos diretores dos colégios particulares também foi importante, pois receberam o ISF e convidaram seus alunos a conhecerem a proposta da Colônia. Desta forma, o evento conseguiu atingir alunos de diversas localidades e extratos sociais.</p>
<p>Após a pré-inscrição, todos foram avaliados pelos professores responsáveis pelas áreas: Fotografia, Dança, Informática, Música e Escrita. Estes professores são referência em suas áreas de atuação. Durante toda a Colônia, os jovens participaram das oficinas específicas de sua área de interesse, em duas sessões diárias de cerca de duas horas cada, e de outras atividades de lazer e estudo.</p>
<p>A diversidade da Colônia foi parabenizada também pelos pais dos alunos presentes. Noemi Kaplan, mãe de um participante, afirma que a colônia com certeza contribuiu com aspectos positivos para a formação de seu filho: vida em coletividade, convívio com diferenças e aprendizagem com prazer.  Ela também torce que esta seja a primeira de muitas colônias, para que seus filhos possam multiplicar esta experiência para outros tantos que participarão da Colônia.</p>
<p>Segundo Ester Jablonski, Coordenadora da Colônia de Feras, o principal resultado foi a lição aprendida de que o modelo proposto, do ponto de vista conceitual, está correto. Durante a Colônia os jovens estiveram irmanados em um mesmo espírito de trabalho, solidários no esforço de fazer render ao máximo uma experiência vivida de maneira muito intensa e rica. Foi observada uma integração imediata entre os jovens, não tendo sido constatada nenhuma dificuldade, além de ser atingido o cumprimento de todos os compromissos e horários.</p>
<p>A Colônia foi uma parceria do Instituto São Fernando com a Colônia Kinderland. Enquanto o Instituto foi responsável pelo custeio das bolsas concedidas e gerenciamento do projeto, a Kinderland foi responsável por toda a logística do funcionamento operacional local, instalações, transporte e secretaria. A Colônia foi sendo montada e ajustada ao longo de todo o processo, e também será motivo de avaliação.</p>
<p>Ester apontou diversas perspectivas e aprendizados para as próximas colônias, tanto no que se refere à produção e funcionamento das colônias, quanto às possibilidades de estabelecimento e estreitamento das parcerias com as instituições de formação de jovens de diversas camadas sociais, de modo totalmente integrado, e valorizando o mérito e empenho pessoal.</p>
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